Onde tudo começou
O problema foi pessoal primeiro
Tudo começou com estudantes internacionais — inclusive nossos próprios cofundadores. Um primeiro ano ministrado em uma segunda língua, no ritmo de falantes nativos, sobre pressupostos definidos por um sistema escolar que nunca foi o seu. E a barreira que piora tudo: quando acompanhar a aula já é uma luta, levantar a mão parece uma confissão. Então você não diz nada e se esforça sozinho à noite.
Os estudantes que mais precisam perguntar são os que têm menos chance de levantar a mão.
Pagar por ajuda também não era uma saída — a tutoria no nível que resolveria o problema tem preço para poucas famílias, é reservada com semanas de antecedência e não está disponível às 3h da manhã. Quando perguntamos a calouros nos Estados Unidos, na União Europeia, na Índia, na China e na África em que ponto uma disciplina deixava de fazer sentido, as respostas mostraram que o problema era maior que um grupo: concentrava-se no início de uma graduação, e a causa raramente era a capacidade. Era a preparação e o acesso a alguém a quem fosse confortável perguntar.
Isso nos deu a forma da empresa: um companheiro voltado para a janela exata em que o dano acontece e ainda pode ser revertido — o ensino médio e os dois primeiros anos de universidade. Levar ajuda aos estudantes foi a primeira promessa. Dar respaldo aos seus resultados tornou-se a segunda.